
Quando algo nos atravessa, costumamos guardar internamente. Sentimos, mas não dizemos. Em análise, a fala assume outro lugar: ela não é apenas relato, é processo.
Ao falar, a pessoa se escuta. E ao se escutar, encontra sentidos que antes estavam fora do alcance. Esse movimento é o que chamamos de elaboração.
Por isso, mesmo quando a sessão parece sem grande novidade, algo trabalha. A escuta sustenta esse tempo silencioso de transformação.
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