
A autocobrança pode parecer disciplina, mas frequentemente esconde uma exigência que não nasceu agora. Ela tem história, vem de relações, de discursos internalizados, de medos antigos.
Em análise, é possível escutar esse excesso e perguntar a quem ele responde. A quem essa pessoa tenta agradar quando se cobra dessa forma? De que medo se defende?
Esse trabalho não retira a responsabilidade. Ele devolve ao sujeito a possibilidade de viver com mais leveza aquilo que escolhe sustentar.
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